Sábado, 25 de Maio de 2013

Filhos da mesma mãe 70


O método eleitoralista 'deixai-vir-a-mim-as-criancinhas' continua a ser dos mais utilizados e, acredita-se, com excelentes resultados.

É que isto das presenças resulta mesmo. Este foi o comentário de Severiano Tavares, ligado à ACRAP, insurgindo-se contra Diamantino Sabina quando teve conhecimento que o candidato andava a fazer um périplo pelas colectividades.


Entretanto, o candidato Sabina lá marcou presença no 5º aniversário da ACRAP - presença registada sob o nº 34 no blogue [sabinidades] - e a insurreição de Severiano Tavares deu lugar ao contentamento.


Esta é a força das presenças. Em 23 dias ganhou-se um voto aparentemente perdido.
 

A maior bagunça eleitoral de todos os tempos

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Gostosuras inesquecíveis de 10 anos de Boletim - 28

Nº 28 - A COISA

Estamos a caminhar a páginas rápidas para o final desta rubrica e exemplo disso é a dificuldade cada vez maior em encontrar algo nos boletins passível de ser destacado. 

Mas... 

...alto lá!

...calma aí!

...folheando já nos créditos finais da revistinha colorida, descubro que o Boletim nº 28 é o boletim da "coisa" que foi arranjada pelo presidente.

Ora, toma!!!




Relativamente à "coisa", importa ressalvar que ela já foi intensamente esmiuçada neste blogue embora não tenhamos chegado a qualquer conclusão. Porém, para encher alguns 'chouriços', podemos tentar novamente.

Assim sendo, entendo por "coisa" algo como um objecto inanimado e frio, ou seja, isento de sentimentos. No meu entender, uma vassoura pode ser um bom exemplo de "coisa". Embora tudo isto seja muito relativo, pois nos entenderes dos outros munícipes pode ser outra "coisa" qualquer. Um piaçaba, um quebra-nozes, um deputado municipal, etc.
Reparem. Se o presidente foi ao munícipe consertar essa "coisa" que aparentemente estava empenada ou partida, então tratar-se-ia de uma "coisa" - no mínimo - manuseável como uma torneira. Ou maleável como um falo. 
Enfim, sem mais dados disponíveis, torna-se complicado formular uma teoria.

Essa "coisa" que até motivou uma entrevista de um munícipe escrevedor de cartas. Ao que dizem, essa entrevista - que pode ser relida [AQUI] - foi o mote para ser executada uma expiação ao gabinete de propaganda camarária. Parece que 'arquivaram' uns e contrataram outras. Em suma, "coisas" às quais já estamos habituados.

Anos passaram e apesar das várias diligências encetadas, continuamos sem saber que "coisa" é essa que foi tão gentil e prontamente "resolvida" pelo delicado e irrepreensível presidente.

De resto, a "coisa" é um dos três segredos mais bem guardados da governação deste concelho, juntamente com as AREIAS do EcoParque e a INDIGNAÇÃO do manifestante-da-outra-margem durante o bota-abaixo da bateira Erveira de Canelas. Tenho a impressão que quando desvendarmos um dos segredos, descobriremos os restantes.
Manifestante, que por sinal está actualmente de muletas por ter sido 'colhido' por um toiro (uma rês, vá) aquando da realização da recente garraiada no Roxico. Ninguém me tira da cabeça que a rês foi enviada a mando de alguém para silenciar o homem. É que tenho a impressão que quando desvendarmos um dos segredos, descobriremos os restantes.

Mas voltando ao boletim, o que é certo é que aqui há "coisa". E é do arco-da-velha. Não é que eu queira enfiar o 'nariz' no seio desta relação simbiótica entre presidente Eduardo e munícipe satisfeito. Simplesmente, defendo que no caso dessa "coisa" ser realmente uma "coisa" útil para os vindouros deste município, a referida "coisa" devia ser tornada pública para que o intercâmbio sócio-cultural em redor da "coisa" fosse mais vasto e não estivesse confinado apenas a um votante.

São realmente "coisas" levadas da 'breca' e como quem não quer a "coisa", seria "coisa" para dizer que mais "coisa" menos "coisa", presidente e munícipe deveriam evitar estar com estes rodeios e explicar a todos - antes que a "coisa" fique mal parada - que raio de "coisa" se trata. 

Ou então, se calhar são eles que já não escrevem "coisa" com "coisa"

Ou "coisa" que os valha.


Também gostaria de clamar atenção para a 1ª carta. Trata-se do munícipe de Beduído, o tal que sempre que "precisa de algo" tem logo ali o presidente a dizer presente! 
Invejo a 'sorte' destas pessoas. Quando é comigo, dizem sempre para contactar a funcionária do gabinete 'não-sei-quantos' e pedir audiência para falar com o 'engenheiro-não-sei-quem'. Já estes munícipes dá a impressão que o presidente vai expressamente a casa deles ajeitar-lhes a almofada e ajustar as pantufas. É fascinante! Haja imaginação para escrever essas coisas.

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Da colecção intitulada "o que é que se passa ali?"...

...as hipóteses para hoje são:



a) "espero que não fiques a ver a vitória por um canudo! Se conseguirmos finalmente ganhar Avanca, prometo que te meto na CIRA!"

b) "já que andaste na escola com o candidato dos outros, vê lá se lhe copias o programa eleitoral!"

c) "o próximo presidente até pode ser este aqui do meu lado direito mas é a mim que terás que obedecer!"

d) "1, 2, 3, allez, allez, allez!"

e) "benfiquista!? Nunca!! Académica desde pequenino!"

Muita parra (reuniões) mas pouca uva ('graveto')

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Relatos de um munícipe embriagado 22 - a autobiografia

Finalmente um pouco sobre mim.


Este é o inicio de uma crónica recheada de lugares-comuns e como toda a gente sabe - embora nunca seja demais relembrar -  um lugar-comum é o lugar onde vamos sempre tomar café religiosamente desde há 30 anos, e o jornal que se encontra pousado em cima do balcão é sempre o número da semana passada, mas enigmaticamente continua a haver gente a pegar nele para ler. São dois bons exemplos de lugares-comuns: o lugar do jornal, que é a única secção do balcão que não se encontra carregada de esterco, e o lugar do morto, que é o nosso, especialmente se formos escrevedores em blogues.

O café do Parque Municipal não é ainda um lugar-comum e duvido muito que algum dia venha a ser, pois, se por um lado os seus jornais costumam estar actualizados, por outro, muito dificilmente o café do Parque chegará às 3 décadas de abertura ao público, especialmente se a ideia da lagoa de Fernando Mendonça for aproveitada pelo próximo Presidente da Câmara eleito pelo PSD.


Sou daqueles tipos que é costume dizer-se que não dá ponto sem nó, a menos que do outro lado da discussão esteja um marinheiro da política. Já havia os pára-quedistas políticos e agora, com todos estes projectos aquosos da nova piscina de Estarreja, da Lagoa do Antuã e da praia fluvial de Pardilhó, não esquecendo os submarinos da nação, começaram a aparecer os políticos marinheiros.

Prezo muito a frontalidade nas relações humanas e quando cumprimento alguém tenho isso em mente, aparecendo sempre pela frente e nunca pela retaguarda. Isto é ser frontal. Já os padres, esses, nunca revelam frontalidade em nada. Basta ver que nos casamentos aparecem sempre por trás, no confessionário costumam estar sempre por trás da cortina e quando levam os meninos à sacristia 'entram' sempre pela parte de trás.

Tenho uma vida super ocupada e não tenho tempo a perder com blogues, ainda por cima de autores anónimos. Leio o meu blogue, sim, mas o meu blogue não é anónimo, pelo menos para mim que conheço o seu autor.
Novelas da TVI também não vejo nenhuma - à semelhança de grande parte dos portugueses - apesar de eu e esses portugueses sabermos com quem é que a 'Marlene' anda metida. É engraçado que ninguém vê as novelas da TVI mas as mesmas têm mais audiência que a afluência às urnas de uma eleição legislativa.
Também tenho coisas mais importantes em que pensar para além do futebol, aliás, defendo sempre em grupos de amigos que existe vida para além do futebol. Se bem que depois começa o jogo e o debate político dá lugar às 'caralhadas' contra o árbitro.

Gostava da série O Justiceiro. Antes de ter um blogue anónimo, o meu projecto de vida era ser possuídor de um carro preto que falasse. Só que aí, em vez de me chamarem 'reles cobarde que manda postas a coberto do anonimato', iriam passar a chamar-me nomes ainda mais horrorosos e hediondos como 'ventríloquo', 'engastrimitista' ou pior ainda, Abílio. Não sei se já repararam mas o vereador dá sempre a sensação que tem alguém por trás a falar por ele. Aquela voz já não se usa há uns bons 25 anos, mas enfim, o vereador teima em não refundir o seu reportório vocal.

Ainda bem que se fala no termo 'refundir' pois uma lâmpada pública da minha rua fundiu recentemente. Como é que fazemos? O fiscal ainda trabalha? Ou posso mudar a lâmpada e enviar a despesa para a Câmara? Pensando melhor, se calhar é preferível esperar pelo fiscal, pois ele tem aparelhos adequados para o correcto desempenho da função e respeitando as normas de segurança e higiene no trabalho: o bloco de notas e a esferográfica.

Ninguém sabe disto mas cheguei a trabalhar durante um par de meses como carteiro. Foram os meus amigos que me convenceram a aceitar o trabalho. Diziam que "um bom carteiro leva sempre a carta a 'Garcia'". Desisti de ser carteiro no dia em que me pediram para levar uma carta ao hospital Garcia de Orta e vi lá acamado o Garcia Pereira. Que visão deprimente. A partir daí passei a ser carteirista que é quase a mesma coisa. No preenchimento do IRS o código da função até é o mesmo dos 'adbogados'.

Uma vez candidatei-me a uns concursos que abriram em algumas empresas do majestoso EcoParque Industrial de Estarreja. Eles mandaram avisar que os primeiros a chegar ficavam imediatamente com os postos de trabalho. Perdi um 'tempão' do caraças nos 26 semáforos quem vai do centro de Estarreja para a Arrotinha e quando cheguei ao EcoParque, as vagas estavam todas preenchidas, pois já tinham chegado 2 pessoas antes de mim. Foi chato, porque se as vagas fossem para 3 eu teria conseguido. Mas o pior até nem foi isso. Foi o facto de uma dessas pessoas que chegou lá mais cedo ter-me ultrapassado no sinal alaranjado. Os factos são evidentes: ele entrou  porque está 'feito' com o PSD.

Na minha juventude tinha o sonho de ser meteorologista e assim ser eu a mandar no tempo. Se alguém me arreliasse e não me deixasse fazer o que me apetecia, era logo enviada uma massa de frente fria para cima do infeliz. A minha mãe sempre dizia "eles dão chuva" e eu tentava logo saber quem eram eles para perguntar-lhes o que  seria necessário preencher para também eu ter esse poder. Eles responderam que bastava preencher a ficha de inscrição no PSD-Estarreja, pois esses artistas é que mandam no tempo como ninguém, especialmente quando o tempo para as próximas eleições começa a escassear e é preciso fazer alguma coisa. Depois, a seguir à vitória, eles dão um tempo. Enfim, são uns mestres a mandar no relógio.

Um dia encontrava-me deitado no areal da Torreira e lembro-me até que estava bastante 'queimado'. José Eduardo de Matos abeirou-se de mim e perguntou se a obrigatória licença de 25 euros para efectuar queimadas já estava levantada. Respondi-lhe que "naquele dia já tinha levantado muita coisa mas no preciso momento em que ele me apareceu à frente perdi a vontade de levantar o que quer que fosse". 
José Eduardo virou costas e lá continuei estendido na toalha a pensar na 'morte do bezerro'. A meio do meu pensamento profundo veio subitamente à memória aquela frase dita por um famoso 'não sei quem', que era mais ou menos assim: "penso b'logo existo". Foi aí que se deu o 'click' que faltava para orientar a minha vida. Criei um blogue e a minha existência passou a ser do melhorio. Foi a partir daí que comecei a receber 'e-mails' de pessoas famosas que apenas estava habituado e ver desfilar nas páginas do Jornal de Estarreja e do social local.
Eu, um simples mortal, aqui a receber informações ultra-secretas da governação estarrejense!!?? Nem nos meus melhores sonhos imaginei que algum dia isso fosse possível...


E posso dizer que tive muitos sonhos!


Um deles era ser pescador. Tentei mesmo ser pescador mas o meu anzol só tirava latas de óleo do fundo da Ria. Chegaram mesmo a aconselhar-me: "ó rapaz, tu assim ficas mesmo bem oleado para ires a Madrid desafiar o Cristiano Ronaldo como fez o Mendonça no desafio Castrol." Mas não me apeteceu e até nem me calhava bem ir a Madrid nessa semana, pois estava para acontecer o final da telenovela e tinha a curiosidade de saber com quem ia ficar a Marlene. Apesar de raramente assistir a telenovelas e bigues-brothers.

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Maioria relativa de 'likes' 2

No inicio deste mês, a candidatura coligada 'Compromisso, Rigor e Confiança' dispunha de uma margem de onze 'likes' sobre a candidatura Futuro Feliz. Tudo se inverteu e após a apresentação dos números 2, 3, 4, 5 e 6 da lista à Câmara de Fernando Mendonça, estes voltaram a atingir a maioria relativa de 'likes'.


Contudo, naquilo que mais interessa - os votos - Diamantino Sabina mantém a liderança sendo que Fernando Mendonça está a ser acossado pelo Almirante na luta pelo trono da oposição.



Acerca dos nomes escolhidos para adornar as listas eleitorais, vou obviamente aguardar pelos elencos completos das 3 candidaturas para depois efectuar as conexões respectivas. Trata-se de um exercício giro na medida em que, com um pouco de paciência, é possível agrupar todos os membros das listas por relação vinculativa, profissional, familiar ou de vizinhança.

Passamos a explicar: nas últimas eleições para a Junta de Freguesia de Fermelã, o folheto de propaganda da coligação trazia cerca de 23 nomes. Desses, havia uns 20 que estavam relacionados por uma razão ou outra. Por exemplo, o nº 6 trabalha para o nº 12 que é casado com a nº 14 que por sua vez é cunhada do nº 9 que por sua vez toma café no Abreu com o marido da vizinha do nº 21 que por sua vez já andou metida no passado com o nº 15. Ou seja, nessa lista, apenas 2 ou 3 pessoas não tinham qualquer elo de ligação com os restantes. Isto sim é coesão de equipa.

Já a lista do PS Fermelã'2009, também com 20 e tal nomes, era mais fácil de 'vincular' pois todos eles tinham algo a ver com o infantário de Fermelã. Ou eram chefes, ou tesoureiros, ou educadoras ou empregadas da limpeza ou moram lá à beira.

Já a lista da CDU era ainda mais fácil de 'catalogar', uma vez que ficava muito longe de atingir sequer a vintena de individualidades. Se bem que o próprio António Vidal tenha deixado uma vez o recado que essa falta/repetição de nomes, afinal, é "estratégia".

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

A Rua Maria de Lurdes Breu

A Rua Maria de Lurdes Breu é uma das maiores artérias deste nosso município. Prolonga-se desde as imediações da lomba do Hotel na fronteira estadual com Beduído (ponto B) até ao 'coração' profundo de Salreu na confluência com a Rua Cabeço do Picoto (ponto A). A rua é tão extensa que para caber neste blogue foi necessário encolher a imagem.




Portanto, temos que a obra (ou a falta dela) dessa senhora ficou perpetuada no comprimento desta estreita e sinuosa artéria, entretanto também martirizada pelos constantes bota-abaixo e 'enlargamentos' do presidente Joaquim Henriques.

O pormenor mais fascinante desta rua é que trata-se precisamente de um verdadeiro hino ao 'culto da personalidade do autarca', pois, não sei se por falta de talento de uma qualquer comissão de toponímia ou talvez por incontida subserviência para com a dita 'outra' senhora, aquela rua possui vários quelhos numerados de 1 a 6 com a designação - Travessa Maria Lurdes Breu.




Propositadamente, ocultámos a Travessa nº 4. Dado que trata-se da vergonha da 'família'. Ora reparem:



Como se pode constatar, a 'filha' nº 4 da Dona Maria de Lurdes Breu foi violentada na sua azulejaria e agora aparece em 'trajes mais' modestos. Convém que os moradores desta travessa coloquem adequadamente o código postal, senão correm o risco da sua correspondência ir parar à Travessa nº 4 da Pampilhosa.



Não obstante, sejam três travessas, quatro ou meia dúzia, eu acho que é demais para autarca tão pouco significante para Estarreja quando comparada com a sua sucessão. Se essa senhora foi merecedora de tantas vias em seu nome, então quantas vielas serão suficientes para agraciar o Deus Zé Eduardo!?

  

Fica, pois, a sugestão para renomear algumas destas travessas e assim perpetuar a obra do futuro ex-presidente:
  • travessa Eduardo de Matos 1;
  • beco Valente de Matos 2;
  • viela Alves de Matos 3;
  • quelho José Eduardo Valente 4;
  • via de cintura interna Eduardo Alves de Matos Jurista/Autarca 5;
  • etc 6;

Presenças de Diamantino Sabina em eventos, daqui até às autárquicas

40 - Apoio à Artística de Avanca pela Manutenção na 1ª Divisão do Andebol;


39 - No núcleo sportinguista de Estarreja onde se festejou efusivamente o brilhante 7º lugar no campeonato;

38 - Visita à Humanitária de Salreu - com Vidal, Carlos Vítor, Alegria, Rosa, Líbano, etc., (nesse dia a Câmara quase ficou deserta);



37 - Marcha da família - (com tanta caminhada ainda lhes dá um 'ABC'); 
36 - À turista, no Nacional de Patinagem;
35 - Seminário com os comandos das corporações de bombeiros do distrito de Aveiro; 
34 - Assinatura do protocolo da Coligação PSD/CDS às estarrejautárquicas 2013;
33 - Quinto aniversário da ACRAP;
32 - Sabina corrige o rombo no Antuã em Porto de Vacas, Salreu;
31 - Marcha de inauguração do telheiro Multiusos;
30 - Abertura de portas da Fernando Ferro & Irmão;
29 - Encontros com as colectividades do Concelho (esta presença conta para as 7 freguesias);
28 - Relatório de Actividades e Prestação de Contas - "A hora da verdade";
27 - Visita à obra da nova escola de Ensino Básico, Salreu;
26 - Sabina encontra-se com Teixeira Valente;

25 - Inauguração de praça e moínho de Avanca; 

24 - Descentralização de competências às Juntas; 

23 - Visita a Estarreja do 'Papa' da Costa; 

22 - Feira da... "Juventude"; 

21 - Mostra de Meios da Protecção Civil;

20 - Apresentação do Comandante do C.T.A. da GNR; 
19 - Sabina "esteve" em Estarreja (Facebook);
18 - Baile de Carnaval nos antigos Bombeiros, armado em Viking;
17 - Especial Carnaval, onde está o Sabina?
16 - Sabina dá uma conferência de imprensa, sozinho!!!
15 - Re-re-reinauguração da Casa-Museu Egas Moniz;
14 - Sabina acode às vitimas da humidade excessiva e do "destelhamento" de casas;
13 - Sabina mete "Estarreja no mapa";
12 - Inauguração do Parque Escolar;
11 - Supervisão dos estacionamentos citadinos;
10 - Jantar de Natal da casa dele;
9 - Jantar de Natal do CDE;
8 - Jantar de Natal dos BVE;
7 - Apresentação do orçamento;
6 - Festa de Carnaval nos Morenos;
5 - Distribuição de bens aos carenciados do concelho;
4 - Diamantino dá caça aos "cães errantes" (Diário de Aveiro);
3 - Plantação de pinheiros no arboreto;
2 - Corrida de solidariedade no Bioria Salreu;
1 - Jantar do andebol EAC/AC Salreu;

Sábado, 18 de Maio de 2013

Via Catarina (rodrigues)

Duas situações susceptíveis de análise na edição desta semana do Jornal de Estarreja.

Situação 1: crónica de Catarina Rodrigues
«...espero que possam perceber que (...) atrás das fábricas que não vêm, das empresas que fecharam, das 1183*1 pessoas que já se foram, vai o hospital e irá o resto do que ainda temos (...) basta ver que, quem nos representa a nível da saúde é o Presidente da Câmara*2 (...) o candidato à Câmara pela Coligação, Diamantino Sabina, do qual não se conhece qualquer ideia*3 (...) José Matos, um senhor que costuma escrever neste jornal fazendo-se passar por amigo de toda a gente*4...»

A meu ver, destacam-se quatro detalhes só neste excerto.
*1 parece que já foram identificados dois estarrejenses foragidos, uma vez que na primeira contagem eram 1185;
*2 não mandatei este presidente para me representar em área nenhuma, muito menos ao nível da saúde. Se necessitar de ir à circuncisão, ainda vou tendo o médico de família. Graças a Deus!;
*3 isso para a área da saúde, pois para a área da prevenção pedonal e ocupação rodoviária, nós sabemos bem quais são as ideias do vereador;
*4 Amigo de toda a gente!? Então mas esse não era o Bráulio!?


Situação 2: depois do Congresso de Psicologia com a participação de praticamente todas as doutoras camarárias...

...Uiiiiiiiii... o que vem por aí.


Que [ajuntamento]!!! 
Provável e eventualmente, o fim deste blogue tal e qual não o lemos!!!


Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

São todos umas jóias de moços

«Devido à minha vida profissional não estava a ser capaz de dar ao partido aquilo que ele merece e com o aproximar das eleições a situação iria piorar.»
Mário Simão, ao passar a 'pasta' do CDS a António Sousa

É curioso que haja sempre um escândalo pré-eleitoral envolvendo a coligação. Há 4 anos foi o caso 'assinatura'. Agora, temos o processo 'segurança social-gate'.
É óbvio que isto não irá alterar em nada o resultado autárquico. Até porque a coligação aprendeu a lição e agora 'desfaz-se' deles alguns meses antes da abertura da campanha e do respectivo inicio do arremesso de acusações.
Não obstante, fica registada uma certeza: tentar enganar a SS é muito mais complicado do que enganar eleitores. 

Enfim, por estes dias o CDS-Estarreja vai tentando 'limpar' a casa sem dar muito nas vistas. Eu cá posso oferecer-me para começar pela banca da cozinha.

 

Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Alfaiates, produtores, criativos e demais "empreendedores"

Tenho acompanhado com alguma atenção a 'carreira' de alguns filhos-da-terra "empreendedores" e noto algumas particularidades físicas e comportamentais que parecem ser requisitos fundamentais para o desempenho da actividade e assim atingir a elite do "empreendedorismo".
Caracteristicas, essas, que foram moldadas pelas condições únicas proporcionadas pelo 'habitat' de nascimento e que lhes possibilitou almejar o âmago do "empreendedorismo" e não ficar apenas confinado à sua orla.
Estes últimos, os que nunca "empreenderam" nada de jeito, são igualmente conhecidos por "gente que não vai a lado nenhum". Gente que não gera "incubadoras" de ideias dentro de si e que não nasceu com o dom da tempestade "empreendedora". Enfim, gente que se sujeita a ir passar o tempo para uma qualquer Assembleia Municipal.

Um ponto comum é o facto de, geralmente, os "empreendedores" serem oriundos de Avanca. É essencial. Gajo de Avanca já nasce com o prestígio exigível ao nível do dinamismo "empreendedor" e só te que o afinar. Gajo de Avanca tem noção que não é para estar à espera de ver o que é que o "empreendedorismo" pode fazer por eles. É precisamente o contrário e é aqui que reside a diferença, pois, gajo que tenha nascido noutra freguesia de Estarreja terá muitas dificuldades em singrar no difícil mundo do "empreendedorismo" e não irá a "lado nenhum". Pior, se a pessoa quer ser "pioneira de projectos" mas teve o enguiço de nascer em Canelas ou Fermelã, então não irá a lado nenhum em qualquer área da sociedade. É que nem para fazer €100 a vender pipocas!

Outro requisito é possuir aparência de cientista louco. Aquele estilo visionário tão peculiar dos "empreendedores", embora perdidos algures no tempo entre a época dos 'cowboys' e o período da exploração do espaço - com óculos de alta graduação, postura toda descoordenada, o cabelo 'esgadalhado' e as vestes 3 números acima do tamanho considerado normal - é um estilo importante e imagem de marca com a patente registada.
Logo, indivíduo que apareça correctamente vestido e capilarmente bem apresentado, é esquecer o mundo do "empreendedorismo" e o respectivo reconhecimento por parte dos 'media', da Câmara e da DOW. É que nem vale a pena estar a enviar pedidos e formulários para GIP´s e Balcões do "Empreendedor". São indivíduos fatelas que conspurcam e dão má imagem ao reino do "empreendedorismo".

Descurar um pouco a higiene pessoal. Quando na presença de "empreendedores" e demais idealistas, ficamos sempre com a impressão que o organismo daqueles seres não é esfregado com água e sabão há vários dias. É um 'bouquet' aromático explosivo.
Esse costumava ser um feudo exclusivo dos poetas, bloguistas e profissionais da lavoura, mas aos poucos começou também a ser cultivado pelo praticantes de "empreendedorismo". É que o "empreendedorismo" é uma selva e só os mais aptos e deslavados terão hipóteses "lá fora".
Portanto, se o "jovem criativo" está a ponderar lançar-se no "empreendedorismo" para rentabilizar uma determinada área de negócio que ainda não está a ser suficientemente explorada, porém aparecendo em pleno "empreendedorismo" a ostentar um aspecto polido e lustroso... penso que já sabe a resposta: abraçar o "empreendedorismo" está, no caso dos metrosexuais, totalmente fora de questão e está mais que visto que "não irão a lado nenhum". Nem sequer à tasca mais próxima, que é para feios, porcos e maus. Já o "empreendedorismo" é para avancanenses, loucos e javardos.