A modos que parece que anda aí celeuma por causa do novo “programa de poupança energética - foco desligado” que está actualmente a ser publicitado por método de autocolantes negros que algum bêbedo espetou nos candeeiros solares do Parque Municipal e que veio substituir o “programa experimental de sustentabilidade energética” que a Câmara, com o empreendedorismo que todos lhe reconhecemos, patrocinou com galhardia em tudo o que era panfleto e boletim de propaganda. Até aqui o programa era para ter as luzes ligadas, agora decidiram criar um programa para desligá-las. Sinceramente, nunca vi terra com tanto programa disto e daquilo, antigamente, nos tempos do Quim Anão, programas só conhecia os das festas, porém lamento que no meio de tanta programática não tenha visto uma só alma a preocupar-se em fazer a correcta 'programação' ao termómetro electrónico situado em frente à loja do chinês do antigo quartel dos bombeiros. Aquele objecto de medição térmica é a vergonha de Estarreja e anda sempre 8 graus desorientado da realidade. E eu é que sou o embriagado. Se ele fosse apanhado numa rusga policial, com esse gradiente tão desfasado, rebentava com o balão da alcoolemia. Numa destas noites loucas de Carnaval, certamente uma das mais gélidas do ano, o aparelho indicava uns excelentes 8,5 graus de temperatura. Neste domingo à tarde registava o exótico e tropical valor de 26,5º. Às 20 horas de ontem, estava um pouco mais comedido e ficou-se pelos 18,5º. Até eu, que estava acabadinho de abandonar o Cova Funda, após mais uma épica jornada 'desportiva', conseguia ter menos graus no sangue do que aquele painel informativo. Ele há coisas que realmente, a modos que um tipo sai do Cova Funda exausto e a cambalear, mal conseguindo ver o caminho e já a pensar no conforto onírico que se vai seguir, e caso pretenda botar uma espreitadura no painel só mesmo para controlar a temperatura ambiente, ainda tem que estar aquela hora da noite a fazer cálculos, regras de 3 simples e a desenvolver teoremas de Pirátagos para retirar 8 graus ao valor que está lá descrito. Assim não dá!!! ...um munícipe prepara a indumentária para mais um dia de trabalhado, ou de folia, guiando-se pelas informações prestadas por esse aparelho decorativo, mas quando dá por ele é surpreendido pelas verdadeiras condições atmosféricas e apanha um griso do c******!!! Só pode mesmo ter sido comprado na loja do chinês essa porcaria!!!
Que Estarreja oferece um paraíso terreno aos seus moradores, é um facto, - e pode ser comprovado em cada delicioso folhear de página do gostoso boletim quadrimestral, aliás quando chego ao balcão do tasco, entre a revista de gajas do Jornal O Jogo e o boletim quadrimestral, escolho o segundo - mas, tentar transformar Estarreja na cidade mais escaldante do país já é abusar um pouco da capacidade de adaptação e resistência dos seus embriagados munícipes. Olha, razão tinha o Vladimiro Jorge quando criou aquele blogue, o Efervescido! Sempre pensei que ele tivesse algum problema de azia e andasse a tomar aspirinas, mas afinal era do calor. É caso para adiantar que Estarreja evolução não tem nenhuma, mas ebulição tem para dar e vender. Até me dá receio dos valores que esse objecto electrónico provavelmente atingirá assim que chegar o Verão. Nem sei se o Cova Funda possuirá grades de minis com 'stock' suficientemente abundante. Ainda vamos é ficar... fundidos!
E graças a Baco que esse aparelho não desempenha igualmente as funções de anemómetro. Com a tara que estes camarários - possuidores de neurónios infinitesimais - têm por ser os 'maiores' em tudo, ainda haveríamos de ver registado no anemómetro os ventos mais ciclópicos que a mãe natureza seria capaz de produzir.
Partantos, malta da Câmara, já que são danados para a física, deixem de ser estáticos e metam a energia cinética desses corpos em movimento dinâmico. Larguem essas fantochadas de programas solares 'experimentais' e ide imediatamente reparar esse utensílio em frente ao chinês, esse sim um equipamento essencial para a qualidade de vida do mucinípio e uma questão prioritária no caderno de encargos do execuvito. Fassam-no!
Ou então, em segunda hipótese, substituam-no por um contador dos dias que faltam, por exemplo, para o próximo ajuste directo. Sempre apresenta mais dinâmica que um termómetro e dizem ser uma peça de adorno citadino bastante útil para um embriagado transeunte contemplar.
Ou então os dias que faltam para o próximo contrato de avença... Ou para as borracheiras do Santo António... Ou para a inauguração da ponte peidonal... Ou para a ida ao Mafalaia... Ou o próximo perco no espoto... Ou o tempo que falta para esta cambada camarária ir embora... aliás, se eu mandasse nesta vila, era Estarreja toda corrida a contadores de dias para tudo e mais alguma coisa!!!
Agora programas experimentais de sustentabilidade energética? Por amor da Santa, bebam menos caramba!!! Isso não dá votos.
Que Estarreja oferece um paraíso terreno aos seus moradores, é um facto, - e pode ser comprovado em cada delicioso folhear de página do gostoso boletim quadrimestral, aliás quando chego ao balcão do tasco, entre a revista de gajas do Jornal O Jogo e o boletim quadrimestral, escolho o segundo - mas, tentar transformar Estarreja na cidade mais escaldante do país já é abusar um pouco da capacidade de adaptação e resistência dos seus embriagados munícipes. Olha, razão tinha o Vladimiro Jorge quando criou aquele blogue, o Efervescido! Sempre pensei que ele tivesse algum problema de azia e andasse a tomar aspirinas, mas afinal era do calor. É caso para adiantar que Estarreja evolução não tem nenhuma, mas ebulição tem para dar e vender. Até me dá receio dos valores que esse objecto electrónico provavelmente atingirá assim que chegar o Verão. Nem sei se o Cova Funda possuirá grades de minis com 'stock' suficientemente abundante. Ainda vamos é ficar... fundidos!
E graças a Baco que esse aparelho não desempenha igualmente as funções de anemómetro. Com a tara que estes camarários - possuidores de neurónios infinitesimais - têm por ser os 'maiores' em tudo, ainda haveríamos de ver registado no anemómetro os ventos mais ciclópicos que a mãe natureza seria capaz de produzir.
Partantos, malta da Câmara, já que são danados para a física, deixem de ser estáticos e metam a energia cinética desses corpos em movimento dinâmico. Larguem essas fantochadas de programas solares 'experimentais' e ide imediatamente reparar esse utensílio em frente ao chinês, esse sim um equipamento essencial para a qualidade de vida do mucinípio e uma questão prioritária no caderno de encargos do execuvito. Fassam-no!
Ou então, em segunda hipótese, substituam-no por um contador dos dias que faltam, por exemplo, para o próximo ajuste directo. Sempre apresenta mais dinâmica que um termómetro e dizem ser uma peça de adorno citadino bastante útil para um embriagado transeunte contemplar.
Ou então os dias que faltam para o próximo contrato de avença... Ou para as borracheiras do Santo António... Ou para a inauguração da ponte peidonal... Ou para a ida ao Mafalaia... Ou o próximo perco no espoto... Ou o tempo que falta para esta cambada camarária ir embora... aliás, se eu mandasse nesta vila, era Estarreja toda corrida a contadores de dias para tudo e mais alguma coisa!!!
Agora programas experimentais de sustentabilidade energética? Por amor da Santa, bebam menos caramba!!! Isso não dá votos.


2 pareceres anónimos:
Caro De Matos:
Lá lata não lhe falta. Eu já sabia! Mas era altura de dizer: "Sim-Sim, Não-Não". Para quê tanta conversa? Para nos apercebermos da sua utilização daquilo que deve ser o seu "Acordo Ortográfico"? Nem era preciso tanta escrevinhação!
Desabraços do,
De Silva Carvalho
Exacto!
Ah... e tenho aspirações à Câmara, faltou frisar esse ponto.
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