- estou atónito com o grau e velocidade de adaptação de alguns ministros do nosso Governo. Por exemplo, aquele da lambreta, não foi sequer preciso esperar meio ano para vermos o tipo passar da 'vespa' para um A7 de 3.0 cilindrada. Foda-se!!! ...é que nem as bactérias do vinho 'actuam' tão rápido. Se bem que o tipo já se apressou a dizer que a culpa para andar a conduzir este bólide de 80.000€ é do anterior Governo, "porque os contratos estavam feitos", coiso e tal e era chato estar a revogar e não poder usufruir desta oportunidade. É sempre a mesma desculpa. Bom, mas o que interessa aqui é que se o Governo cumprir o mandato até ao fim - e caso se mantenha esta impressionante correlação entre veloz integração social, potente adaptação ao habitat, confortável bem-estar e equipamento adicional de falta de decoro nas trombas - ainda vamos ver este gajo a conduzir um A11 ou A12 numa qualquer A28 ou A44 deste país. E acima deste veículo, só movendo-se por meio de submarino, mas esse meio de transporte já tem patente dentro do partido político do meliante.
- Guardas prisionais alertam que os cárceres estão a "rebentar pelas costuras" e que "a cada quinze dias entram 70 novos reclusos nas cadeias e que por mês são 140." Perante esta noticia 'made in' DN, atrevo-me até a acrescentar mais alguns dados úteis: a cada dois meses entram 280 novos reclusos e imaginem só que a cada semestre são 840!!!!
Ora vamos lá, isto é muito fácil de resolver e só não se faz por má vontade. Bastava libertar, em todo o país, cerca de 3000 ou 4000 reclusos, daqueles que estão presos por terem roubado uma maçã, uma peça de bronze do cemitério, um busto de um qualquer doutor de Canelas ou por atearem um incêndio num estádio, num pinhal ou num 'Bioria'. Em seu lugar prendiam-se cerca de 40 ou 60 sacanas, ou seja todos aqueles que fosse provado serem os maiores responsáveis pelo estado a que esta merda chegou e que andaram a sugar/desviar/amealhar/roubar milhões durante as últimas décadas (e nem o estimado senhor Presidente da Republica deste galinheiro devia escapar (no mínimo) a julgamento). Portanto, teríamos as prisões muito mais airosas, espaçosas, com a grande vantagem dos verdadeiros ladrões estarem todos lá dentro e cada um com lugar livre para tomar o seu chuveiro e apanhar o sabonete.
- Américo Amorim, o português mais rico, o "humilde trabalhador", o samaritano cá do sitio, está a ser investigado por evasão fiscal. Estava a ver que nunca mais!!! São 3,1 milhões de despesas contabilizadas indevidamente para efeitos fiscais, nomeadamente vestuário, massagens e artigos de higiene pessoal. É caso para escrever, um homem bastante 'limpo'.
- Sporting perde na Luz e Santana Lopes é descoberto que também andou a chuçar no atoleiro do Face Oculta, com €72.000 de alegadas prendinhas recebidas. Semana negativa para os leões.
- mesmo com a "politica de contenção assumida", a Câmara Municipal de Estarreja vai doar €32.000 ao Carnaval. É um desperdício pois, a juntar ao que deram à SEMA para pagar a árvore de Natal pela segunda vez (apesar da "politica de contenção assumida"), praticamente que já dava para um A7 de 3.0 cilindrada sem equipamento adicional. Esta gente não pensa.
- José Eduardo de Matos é acusado de ter vendido o fiel eleitorado estarrejense à ADRA, empresa benemérita da qual ele é vogal. É discutível. Acredito na boa consciência do Zé e só vou desconfiar dele no dia em que assumir as funções de consoante, pagar massagens com dinheiro da Câmara e passar a conduzir A7.
Resumo: havia pano para mangas para prosseguir este 'post' mas tenho que ir fazer o almoço. Talvez os 40 ou 60 sacanas referidos lá em cima não sejam suficientes. Se calhar os guardas prisionais têm mesmo razão e não há mesmo prisões para tanto ladrão.
8 pareceres anónimos:
E V. ponha-se à tabela, que anda a falar demais, coisa de que estes novos artistas(*) também parece gostarem pouco... A escrever tantas coisinhas politicamente inconvenientes, qualquer dia tem a PJ à perna a investigar-lhe o paradeiro para o mandar para um desses lugarzinhos no xadrês...
(*) Artistas no sentido mais pejorativo do termo, nada contra os verdadeiros artistas, mas um tipo que protagoniza a farsa do tal Audi só pode ser mais um desses maus artistas que andam a gozar com o Zé Pagode. E eu a pensar que o rapazinho era uma das excepções...
Finalmente e sem intuitos publicitários, a revista Sábado da semana passada publica uma interessante lista de "austeridade" do governo, câmaras municipais e outros esbanjadores oficiais compulsivos que continuam a gastar à tripa-forra enquanto esbulham o suor da malta...Puta que os pariu!!!
Eu apenas acrescentaria um elemento ao seu comentário:
PUTA QUE OS PARIU!!!!
Eu não direi tanto; seita de ladrões e bandidos, todos num barco velho e alto mar com eles mas numa zona de muitos TUBARÔES
...mas Brancos de 6 metros, porque os Martelo de 3 metros se calhar não lhes pegavam.
No concreto o Zezinho não fez nada de mal, isto é, também nada fez.
O Zezinho é um rapaz fraco e frouxo, muito amigo da família, e se ela é grande. O Zezinho, noutros tempos, gostava muito dos livros do Tio Patinhas. Não havia quase nenhuma ocasião de alívio fisiológico que não se ocupasse a ler um desses almanaques.
Com essa fixação juvenil viva no adulto, surge a sua criação, o avatar do Tio. Pegou num carácter retorcido, um ser desconhecido, mas com nome na terra, apoiou-o, promoveu-o e entregou-lhe as finanças e a seguir a liderança.
Às trampolinices financeiras do dito relevou ou não quis ver, até porque o homem acha-se o supra sumo da batata a esse nível.
Se este Tio começou bem, cedo se veio a revelar a sua personalidade distorcida e agravada por problemas pessoais, vaidade não merecida, má interacção pessoal nas relações humanas e engenharias financeiras ruinosas.
Evidente que, com tudo o que temos observado a nível nacional, tende-se a relevar estas situações a nível local, por isso digo que não é por aí que está o problema.
Aliás, até calo, e pago se diga, para ter o prazer de ver o esterco a ser feito e o Tio a pensar que ninguém sabe.
O problema maior está na forma como o Tio Patinhas tem distribuído as verbas pelos vários interessados e intervenientes no Concelho.
O problema está no gap de liberdade, que tem vindo a promover, quando as coisas não são como a sua cabeça de cifrões, quantas vezes com mau gosto, imagina.
O problema está em que, ao agir assim, assume a liderança do que se faz ou deixa de fazer por estes lados, retirando-a deste modo ao Zezinho.
É assim, como forma de castigo, que o Zezinho ficará para a história como um simpático e frouxo tocador de dedos, que tratou bem a família e chegados, que alienou um bem essencial em conjunto com uma rede de saneamento não completa, e pelo andamento jamais o será, que é tão habilidoso que não conseguiu uma continuidade da "carreira" política e que não deixa obra sua para memória futura.
Ao Zezinho, a ser-lhe um cognome, como se daria a um rei, propunha chamar-lhe
ZEZINHO- O FRACO HERDEIRO
Posto isto, também poderíamos conceber: Zézinho - o acrílico!
Não só pela diversidade de plaquinhas e placonas acrílicas espalhadas por esse concelho, muitas das vezes pelos motivos mais pífios, mas também por estarmos na presença de um personagem tão frágil, quebradiço, tremido, pouco consistente e que aparenta abandonar o barco assim que este começar a meter... "água".
Ou num pantanal de piranhas...
Não vá a barbatana dorsal do tubarão ser afinal o Paulinho Portas agarrado ao "periscópio" do seu submarino disfarçado de tubarão.
...mas da espécie carniceiras piranhae
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