Sábado, 26 de Março de 2011

Jornal de Estarreja - Edição quatro mil quinhentos e sessenta

Por incrível que pareça, a entrevista de vida ao escultor/pintor/desenhador/modista/aguareleiro Joakyn Pereyra, tem muito mais substância do que a maior parte das entrevistas corriqueiras que se fazem a alguns profissionais da política cá da zona. Não sou fã do estilo, muito menos apreciador, isto para não escrever que sou um autêntico leigo na matéria, mas li com atenção, ao contrário de grande parte das entrevistas políticas que são lidas por mim na diagonal, saltitando de parágrafo em parágrafo tentando evitar a repetição da cassete.

Só mesmo um artista bastante "especial" é que se lembraria de criar um quadro de Jorge Sampaio. Nem eu, que sigo a política nacional com prazer, me recordava que essa pessoa já tinha sido Presidente da Republica. Porém há sempre um "porém" e não gostei que Joakyn Pereyra se tivesse esquivado a algumas questões:

"Foi para o Porto com que idade?"
"A minha mãe deixou-me ir para o Porto, mesmo contra a vontade do meu tutor, porque o meu pai tinha falecido."

É o único reparo que tenho a apontar, não é grave mas impede que o ávido leitor faminto de informação possa ficar correctamente esclarecido. Mas pode ser que esta tenha sido apenas a 1ª parte da entrevista e para a semana vem o resto.

Também a crónica de Ricardo Fernandes acerca da (des)regeneração urbana é capaz de ter sido uma das melhores dos últimos meses. Também não era difícil. Certa vez também escrevi acerca do conceito "Eco". [AQUI] Não com o conhecimento académico de Ricardo Fernandes, mas antes com a minha experiência de terreno.

Para terminar, quero deixar as minhas felicitações ao habitante fermelanense José Sousa Frias, aliás fico com a impressão que o homem faz anos todas as semanas. Se não faz, parece. Sempre que um exemplar do JE vem parar as minhas mãos sei que é provável que lá esteja o camarada Sousa Frias a cumprir mais um feliz aniversário. Já não se produz gente desta...

5 pareceres anónimos:

Pires da Póvoa disse...

Ele agora para juntar uns trocos tb já vende quinquilharia ou antiguidades, tipo feira da ladra... ele e a irmã do Alcino, o alveitar! Ninguém me disse eu vi

Anónimo disse...

Pelo menos não anda a roubar como certas pessoas que eu conheço.

Anónimo disse...

Olha que ladrão tanto é quem rouba como quem fica á porta. Se sabes denuncia ou cala-te para sempre.

Anónimo disse...

Deixem-me destacar um artigo muito bem escrito que só li ontem. É do Dr. Ricardo Fernandes. É sempre uma satisfação encontrar alguma coisa que valha a pena ler naquele jornal.

Anónimo disse...

Pena o jornal da mariazinha ter sido extinto pela marisazita, olhe as coisas interessantes que não ia ler.