Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Ainda as ferrovias...

Um conhecido estudioso da praça pública estarrejense - que se tem dedicado recentemente ao culto da ferrovia desde que a deputada Marisa Macedo cometeu a famosa gaffe dos pendulares em Estarreja - aconselhou no seu blog a consulta de dois volumes que abordam a problemática do sector ferroviário em Portugal, embora, o dito catedrático blogosférico já tenha encontrado insuficiências na realização dessa obra quase enciclopédica, a que apelidou de biblia dos transportes. Permita-me esta pequena provocação de referir que o Prof. José André revelou «impreparação» aquando da pesquisa para a feitura da mesma.

Confesso que de transportes públicos percebo pouco. Ferroviários muito menos. A primeira vez que utilizei a máquina de bilhetes da estação de Estarreja ia entrando em depressão. Isto para não falar da primeira vez que comprei um andante para andar no metro do Porto. Sendo assim, vou seguir os conselhos paternais do estimado Augusto Matos e dar uma vista de olhos na obra. No entanto exijo contrapartidas. O estimado Augusto Matos também terá que consultar este compêndio de termos litúrgicos que aqui lhe deixo, para que não revele «impreparação» da próxima vez que frequentar uma sinagoga municipal, principalmente as que se localizam em Beduído. Isto sim, uma autêntica biblia de termos especificos que muito jeito podem dar em momentos de desenrascanço.

Imagine que tem um grupo de PS´s a apertá-lo contra o púlpito. O estimado Augusto Matos vira-se para um deles e replica «o senhor Pinho sabe por acaso o que é um turibulo, ambão ou naveta? Não sabe pois não? É o resultado da sua impreparação.»

(isto não é um galheteiro de mesa comum onde se mete o azeite e o vinagre para temperar o pepino. É um recipiente onde se coloca a água e o vinho para serem usados na Celebração Eucarística e chamam-se galhetas. Estão a ver como é util a consulta desta obra...)

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